quarta-feira, 28 de abril de 2010

Estão encerradas inscrições para 6ª Olimpíada Brasileira de Matemática

do Universo Educação

Estão encerradas as inscrições para a 6ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP 2010), dirigida aos estudantes do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Ensino Médio das escolas públicas.

A Olimpíada de Matemática é uma promoção do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e do Ministério da Educação (MEC), com realização do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM), em parceria com a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul.

A OBMEP é um projeto que visa criar um ambiente estimulante para o estudo da matemática entre alunos e professores das escolas públicas. Voltada para as escola estaduais e municipais, seus estudantes e professores, a OBMEP tem o compromisso de afirmar a excelência como valor maior no ensino público. Suas atividades vêm mostrando a importância da matemática para o futuro dos jovens e para o desenvolvimento da educação.

Outras informações com Alessandra na, da SED, no telefone (67) 3318-2242.

Genero: "o pipa" ou "a pipa"?

PROF. PASQUALE CIRPO NETO



Você já ouviu alguém dizendo "o pipa"? A palavra "pipa" é substantivo feminino ou masculino?
Os dicionários dizem que "pipa" é palavra feminina: a pipa.

Quanto a "o pipa", é provável que tenha ocorrido aí aquilo que se chama de contaminação, de cruzamento. Como "pipa", "quadrado" e "papagaio", por exemplo, são sinônimos, e "quadrado" e "papagaio" são palavras masculinas, pode ter se dado um cruzamento, uma troca de gênero entre os substantivos.


De qualquer maneira, é bom lembrar que os dicionários não abonam isso e registram "pipa" como palavra feminina: a pipa.

É bom que se saiba também que a palavra tem vários sinônimos: "arraia", "cafifa", "pandorga", além de "quadrado", já mencionado. Como lembra o Aurélio, no Nordeste ainda haveria os substantivos "balde" e "tapioca" utilizados com esse sentido.

Professores de Universidades Estaduais vão fazer paralisação nas aulas nesta Quarta-Feira

do Universo Educação

Os professores das universidades estaduais da Bahia, Uneb (Universidade do Estado da Bahia), Uefs (Universidade Estadual de Feira de Santana), Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) e Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz) vão paralisar as atividades nesta quarta-feira, 28.

Autonomia universitária, incorporação da CET, progressão e promoção de carreira e regime de trabalho, além da revogação da Lei 7.176/96, são alguns dos pontos elencados na pauta de reivindicação. Segundo informações da Associação de Docentes da Universidade Estadual da Bahia (ADUNEB), o objetivo da paralisação é "denunciar à sociedade o tratamento que o governo Wagner vem dando às Universidades Estaduais, principalmente no que se refere aos salários dos docentes".

Em texto divulgado nos portais da Aduneb e da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (Adufs), os salários dos professores ocupam o penúltimo lugar entre os piores pagamentos das Universidades Estaduais do Nordeste, figurando entre os mais baixos do País.

Também no dia 28 está previsto um ato público dos professores da Uneb em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB) a partir das 10h. Às 14h, será realizada uma assembleia para votar o indicativo de greve.

Segundo Clóvis Caribé, coordenador de Educação Superior da SEC, em janeiro último, conforme negociações firmadas em 2007, os professores tiveram incorporado a seus salários a última parcela da gratificação específica, além do reajuste linear concedido aos demais servidores.

Ele negou que o movimento tenha entregue pauta em novembro, mas informou que estão em andamento concursos este ano que destinam 801 vagas para docentes nas quatro universidades, atendendo ao Projeto de Lei 11.638/2009, aprovado pela Assembleia Legislativa.
Reivindicações

Em texto divulgado pela Adufs, a realidade nas universidades estaduais da Bahia é preocupante: faltariam professores, servidores, salas, equipamentos, residência e restaurante estudantil.

No caso dos professores da Uesb, esta é a segunda paralisação ocorrida no ano. No site da universidade, a confirmação da paralisação vem acompanhada da ressalva de que o motivo desse novo ato é o "silêncio do governo, que não abre o diálogo" para negociar a Incorporação Integral das Condições Especiais de Trabalho (CET).

Segundo as associações dos docentes, essa reivindicação está na pauta da campanha salarial desde 2009.