sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sábado, 30 de julho de 2011
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sábado, 11 de setembro de 2010
Conjugação verbal: O verbo "vir" e derivados
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Você diria
"A polícia interviu" ou
"A polícia interveio"?
O forma correta é "A polícia interveio". O verbo "intervir" deriva do verbo "vir". No presente do indicativo a conjugação do verbo "vir" é:
Eu venho
Tu vens
Ele vem...
Como o verbo "intervir" é derivado, sua conjugação é feita a partir do verbo "vir".
Eu intervenho
Tu intervéns
Ele intervém...
O gramático e professor Napoleão Mendes de Almeida reforça a tese afirmando: "A conjugação dos verbos compostos deve seguir a conjugação dos verbos simples". Esse é o caso do verbo "deter", que procede de "ter". A pessoa não deve dizer "Ele "deteu", mas "ele deteve"
Assim, deve-se dizer:
"Se a polícia intervier" (como "vier"), e não "se a polícia intervir".
"Eu só comprarei se o preço convier", e não "se o preço "convir".
"Eu comprei porque o preço conveio", e não "porque o preço "conviu".
Para conjugar verbos como "intervir", "convir", "provir", etc., devemos nos basear sempre no verbo "vir". Ele é a base de toda a família.
Você diria
"A polícia interviu" ou
"A polícia interveio"?
O forma correta é "A polícia interveio". O verbo "intervir" deriva do verbo "vir". No presente do indicativo a conjugação do verbo "vir" é:
Eu venho
Tu vens
Ele vem...
Como o verbo "intervir" é derivado, sua conjugação é feita a partir do verbo "vir".
Eu intervenho
Tu intervéns
Ele intervém...
O gramático e professor Napoleão Mendes de Almeida reforça a tese afirmando: "A conjugação dos verbos compostos deve seguir a conjugação dos verbos simples". Esse é o caso do verbo "deter", que procede de "ter". A pessoa não deve dizer "Ele "deteu", mas "ele deteve"
Assim, deve-se dizer:
"Se a polícia intervier" (como "vier"), e não "se a polícia intervir".
"Eu só comprarei se o preço convier", e não "se o preço "convir".
"Eu comprei porque o preço conveio", e não "porque o preço "conviu".
Para conjugar verbos como "intervir", "convir", "provir", etc., devemos nos basear sempre no verbo "vir". Ele é a base de toda a família.
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sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Conjugação verbal: O verbo "ter" e derivados
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
É difícil alguém errar a conjugação do verbo "ter", tanto no presente, no passado ou no futuro. Mas, quando se trata de conjugar os verbos derivados de "ter", os verbos compostos, já não há tanta facilidade. Na rua as pessoas comprovam isso. Foi proposta a seguinte questão:
Quais as formas corretas?
"Se a máquina reter o cartão" ou...
" Se a máquina retiver o cartão"?
A maioria errou. A resposta correta seria
"Se a máquina retiver o cartão".
O verbo "reter" é um dos tantos filhos da família do verbo "ter": "deter", "reter", "entreter", "obter", "conter", "abster" etc.
Logo:
eu tenho
eu retenho
eu mantenho
eu detenho
eu obtenho
eu contenho
No futuro do subjuntivo é a mesma coisa: "Quando eu tiver", "Se o goleiro tiver sorte". E não "Quando eu "ter" ", "Se o goleiro "ter" sorte." Assim,
Se a máquina retiver o cartão
Se você mantiver a calma
Se a mãe entretiver a criança
Se os deputados se abstiverem de votar
Para a conjugação dos verbos derivados do verbo "ter" o raciocínio é simples. Apóie-se no verbo "ter", na primeira pessoa do singular do presente do indicativo: Eu tenho.
Eu detenho, eu mantenho etc...
Depois é só seguir essa linha de conjugação.
É difícil alguém errar a conjugação do verbo "ter", tanto no presente, no passado ou no futuro. Mas, quando se trata de conjugar os verbos derivados de "ter", os verbos compostos, já não há tanta facilidade. Na rua as pessoas comprovam isso. Foi proposta a seguinte questão:
Quais as formas corretas?
"Se a máquina reter o cartão" ou...
" Se a máquina retiver o cartão"?
A maioria errou. A resposta correta seria
"Se a máquina retiver o cartão".
O verbo "reter" é um dos tantos filhos da família do verbo "ter": "deter", "reter", "entreter", "obter", "conter", "abster" etc.
Logo:
eu tenho
eu retenho
eu mantenho
eu detenho
eu obtenho
eu contenho
No futuro do subjuntivo é a mesma coisa: "Quando eu tiver", "Se o goleiro tiver sorte". E não "Quando eu "ter" ", "Se o goleiro "ter" sorte." Assim,
Se a máquina retiver o cartão
Se você mantiver a calma
Se a mãe entretiver a criança
Se os deputados se abstiverem de votar
Para a conjugação dos verbos derivados do verbo "ter" o raciocínio é simples. Apóie-se no verbo "ter", na primeira pessoa do singular do presente do indicativo: Eu tenho.
Eu detenho, eu mantenho etc...
Depois é só seguir essa linha de conjugação.
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quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Conjugação Verbal: Grafia dos verbos "querer" e "por"
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Eu pus a carta no correio.
A ferida não cicatrizou e ainda tem pus.
Como escrevemos o "pus" do verbo pôr e o "pus" relativo a ferida?
Fizemos essas perguntas às pessoas na rua. A maioria acertou. O "pus" da ferida é com "s; o"pus" do verbo, também.
Não existe "pus" com "z", seja verbo seja substantivo. Para esses casos deve-se esquecer a letra "s".
Pus, puser, puseram, pusesse
Todas essas palavras são com "s".
Quis, quiser, quisesse, quiseram, quisemos
depuseram, propuseram, impuseram, repuseram, sobrepuseram, decompuseram
Todas as formas dos verbos "querer", "pôr" e derivados devem ser grafados também com "s".
Eu pus a carta no correio.
A ferida não cicatrizou e ainda tem pus.
Como escrevemos o "pus" do verbo pôr e o "pus" relativo a ferida?
Fizemos essas perguntas às pessoas na rua. A maioria acertou. O "pus" da ferida é com "s; o"pus" do verbo, também.
Não existe "pus" com "z", seja verbo seja substantivo. Para esses casos deve-se esquecer a letra "s".
Pus, puser, puseram, pusesse
Todas essas palavras são com "s".
Quis, quiser, quisesse, quiseram, quisemos
depuseram, propuseram, impuseram, repuseram, sobrepuseram, decompuseram
Todas as formas dos verbos "querer", "pôr" e derivados devem ser grafados também com "s".
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Aspecto Verbal: tempo presente e tempo futuro
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Quando uma pessoa diz "Tomo banho todos os dias", será que naquele exato momento ela está tomando banho? Não. O verbo está no presente, mas sua função é indicar um fato que se repete, um presente habitual.
Numa aula de história o professor fala: "Então, nesse dia, Napoleão invade ..."
A forma verbal "invade", que é presente, não indica que naquele momento Napoleão está invadindo algum lugar. Na frase, o tempo presente do verbo "invadir" faz remissão a um fato que ocorreu no passado e traz esse passado mais para perto.
Concluímos, então, que os tempos verbais têm outros valores além dos específicos.
Tomemos o futuro do presente como ele aparece nos "Dez mandamentos" bíblicos:
Amarás a Deus sobre todas as coisas
Não tomarás seu santo nome em vão
Guardarás os domingos e feriados
Honrarás pai e mãe
Não matarás
Não pecarás contra a castidade
Não furtarás ....
"Não furtarás", ao pé da letra, significaria que é proibido furtar no futuro, apenas no futuro, o que abre a possibilidade de entender que o ato é perfeitamente aceitável no presente. Mas, na verdade, "não furtarás", que é futuro, tem nesse caso o valor de imperativo e, como tal, indica que é proibido furtar em qualquer tempo.
Ao analisar um tempo verbal não se esqueça de considerar que ele pode indicar seu valor específico ou um valor paralelo (aspecto verbal), ou seja, um valor decorrente de seu uso no idioma.
Quando uma pessoa diz "Tomo banho todos os dias", será que naquele exato momento ela está tomando banho? Não. O verbo está no presente, mas sua função é indicar um fato que se repete, um presente habitual.
Numa aula de história o professor fala: "Então, nesse dia, Napoleão invade ..."
A forma verbal "invade", que é presente, não indica que naquele momento Napoleão está invadindo algum lugar. Na frase, o tempo presente do verbo "invadir" faz remissão a um fato que ocorreu no passado e traz esse passado mais para perto.
Concluímos, então, que os tempos verbais têm outros valores além dos específicos.
Tomemos o futuro do presente como ele aparece nos "Dez mandamentos" bíblicos:
Amarás a Deus sobre todas as coisas
Não tomarás seu santo nome em vão
Guardarás os domingos e feriados
Honrarás pai e mãe
Não matarás
Não pecarás contra a castidade
Não furtarás ....
"Não furtarás", ao pé da letra, significaria que é proibido furtar no futuro, apenas no futuro, o que abre a possibilidade de entender que o ato é perfeitamente aceitável no presente. Mas, na verdade, "não furtarás", que é futuro, tem nesse caso o valor de imperativo e, como tal, indica que é proibido furtar em qualquer tempo.
Ao analisar um tempo verbal não se esqueça de considerar que ele pode indicar seu valor específico ou um valor paralelo (aspecto verbal), ou seja, um valor decorrente de seu uso no idioma.
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terça-feira, 7 de setembro de 2010
Substantivos abstratos: Ciúme, Saúdade
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Todo mundo um dia estudou a diferença entre substantivos concretos e substantivos abstratos, embora nem sempre essa diferença tenha ficado clara.
Um apelo que deve ser feito de modo genérico aos professores de português: evitem ensinar aos alunos que substantivo concreto é aquele "que se pode pegar" e que substantivo abstrato é aquele "que não se pode pegar". Isso não é de nenhum modo preciso.
Substantivos concretos designam os seres de existência independente, reais ou imaginários. Os substantivos abstratos são aqueles que dão nome a estados, qualidades, sentimentos ou ações. O ato de quebrar é "quebra". O ato de participar é "participação". O ato de vender é "venda", e assim por diante. Todos esses substantivos são abstratos. Como diz Gilberto Gil na música "Rebento":
Rebento, substantivo abstrato....
Por que abstrato? Porque "rebento" é o ato de rebentar. Nomes de sentimento, como "amor", de estado, como "gravidez", e de qualidade, como "inteligência", também são substantivos abstratos.
Existe uma polêmica quanto ao plural dos substantivos abstratos: existe o plural dessas palavras?
Cada caso é um caso. Você faria o plural de "raiva", por exemplo? Ou de "inveja"? São palavras que soam esquisitas no plural, mas isso não estabelece uma regra. Vejamos um exemplo com a palavra "ciúme". Observe a letra da canção "Olhos nos olhos", gravada por Maria Bethânia:
...Quando você me deixou,
meu bem,
me disse pra eu ser feliz
e passar bem.
Quis morrer de ciúme,
quase enlouqueci
mas depois, como era
de costume, obedeci...
Você notou, a certa altura, o verso "quis morrer de ciúme". Muitas pessoas dizem "ciúmes". Não há nada errado com essa forma, mas é preciso escolher: dizemos ou "o ciúme" ou "os ciúmes". Nunca "o ciúmes". Na verdade, a forma singular - "o ciúme" - é preferencial, já que em tese o substantivo abstrato não se pluraliza, ao menos na maioria dos casos. Vejamos outro caso, agora tomando como exemplo a canção "Você pra mim", gravada por Fernanda Abreu:
Às vezes passo dias inteiros
imaginando e pensando em você
e eu fico com tantas saudades
que até parece que eu posso morrer.
Pode acreditar em mim.
Você me olha, eu digo sim...
A exemplo do que acontece com "ciúme", não são poucas as pessoas que dizem "estou com uma saudades de você". Ora, é necessário sempre fazer concordar o substantivo com seu determinante. Se o substantivo vai para o plural, o pronome ou o artigo devem ir também.
Todo mundo um dia estudou a diferença entre substantivos concretos e substantivos abstratos, embora nem sempre essa diferença tenha ficado clara.
Um apelo que deve ser feito de modo genérico aos professores de português: evitem ensinar aos alunos que substantivo concreto é aquele "que se pode pegar" e que substantivo abstrato é aquele "que não se pode pegar". Isso não é de nenhum modo preciso.
Substantivos concretos designam os seres de existência independente, reais ou imaginários. Os substantivos abstratos são aqueles que dão nome a estados, qualidades, sentimentos ou ações. O ato de quebrar é "quebra". O ato de participar é "participação". O ato de vender é "venda", e assim por diante. Todos esses substantivos são abstratos. Como diz Gilberto Gil na música "Rebento":
Rebento, substantivo abstrato....
Por que abstrato? Porque "rebento" é o ato de rebentar. Nomes de sentimento, como "amor", de estado, como "gravidez", e de qualidade, como "inteligência", também são substantivos abstratos.
Existe uma polêmica quanto ao plural dos substantivos abstratos: existe o plural dessas palavras?
Cada caso é um caso. Você faria o plural de "raiva", por exemplo? Ou de "inveja"? São palavras que soam esquisitas no plural, mas isso não estabelece uma regra. Vejamos um exemplo com a palavra "ciúme". Observe a letra da canção "Olhos nos olhos", gravada por Maria Bethânia:
...Quando você me deixou,
meu bem,
me disse pra eu ser feliz
e passar bem.
Quis morrer de ciúme,
quase enlouqueci
mas depois, como era
de costume, obedeci...
Você notou, a certa altura, o verso "quis morrer de ciúme". Muitas pessoas dizem "ciúmes". Não há nada errado com essa forma, mas é preciso escolher: dizemos ou "o ciúme" ou "os ciúmes". Nunca "o ciúmes". Na verdade, a forma singular - "o ciúme" - é preferencial, já que em tese o substantivo abstrato não se pluraliza, ao menos na maioria dos casos. Vejamos outro caso, agora tomando como exemplo a canção "Você pra mim", gravada por Fernanda Abreu:
Às vezes passo dias inteiros
imaginando e pensando em você
e eu fico com tantas saudades
que até parece que eu posso morrer.
Pode acreditar em mim.
Você me olha, eu digo sim...
A exemplo do que acontece com "ciúme", não são poucas as pessoas que dizem "estou com uma saudades de você". Ora, é necessário sempre fazer concordar o substantivo com seu determinante. Se o substantivo vai para o plural, o pronome ou o artigo devem ir também.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Uniformidade de tratamento: Os pronomes "te" e "lhe"
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Na linguagem do dia-a-dia é muito comum o uso de pronomes de pessoas diferentes.
Você fez o que eu te pedi?
Na linguagem formal isso não seria posssível."Você" é 3ª pessoa, "te" é 2ª pessoa. O correto seria dizer:
Você fez o que eu lhe pedi?
Às vezes o exagero é maior. Veja o exemplo no nome da música "Eu te amo você", de Kiko Zambianchi.
São dois os problemas nesse título: a mescla de "te", que é 2ª pessoa, e de "você", que é 3ª pessoa. Ocorre também uma repetição desnecessária de pronomes: "Eu te amo você".
É perfeitamente possível dizer "Eu te amo a ti", já que os pronomes estão na mesma pessoa. No dia-a-dia ouve-se também "Eu te disse pra você". O correto seria "Eu te disse a ti". Mas é uma forma inadequada para o padrão informal. Ficaria melhor numa linguagem mais formal.
Na linguagem do dia-a-dia é muito comum o uso de pronomes de pessoas diferentes.
Você fez o que eu te pedi?
Na linguagem formal isso não seria posssível."Você" é 3ª pessoa, "te" é 2ª pessoa. O correto seria dizer:
Você fez o que eu lhe pedi?
Às vezes o exagero é maior. Veja o exemplo no nome da música "Eu te amo você", de Kiko Zambianchi.
São dois os problemas nesse título: a mescla de "te", que é 2ª pessoa, e de "você", que é 3ª pessoa. Ocorre também uma repetição desnecessária de pronomes: "Eu te amo você".
É perfeitamente possível dizer "Eu te amo a ti", já que os pronomes estão na mesma pessoa. No dia-a-dia ouve-se também "Eu te disse pra você". O correto seria "Eu te disse a ti". Mas é uma forma inadequada para o padrão informal. Ficaria melhor numa linguagem mais formal.
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Inscrições para Enem vai até Sexta
do Universo Educação
O Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) decidiram prorrogar até o próximo dia 16 de julho as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, que terminariam nesta sexta. Os alunos que desejam realizar a prova devem preencher o formulário disponível exclusivamente no site do Inep. As provas serão aplicadas nos dias 6 e 7 de novembro e o resultado será divulgado em janeiro de 2011.
Na hora da inscrição, o Inep solicita que o candidato forneça o número do CPF próprio – e não o de um responsável. Na terça-feira, porém, o juiz Bruno Otero Nery, da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, suspendeu a exigência feita pelo Inep ao entender que parte dos inscritos no Enem está na faixa etária entre 15 e 17 anos e não tem obrigação constitucional de ter um CPF.
Na quarta-feira, o Ministério da Educação (MEC) recorreu da sentença e uma decisão final deve ser anunciada ainda hoje. Como no ano passado o ministério também foi alvo de uma liminar com o mesmo teor - a qual foi cassada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª região - a recomendação é que os estudantes continuem fazendo suas inscrições com CPF próprio.
Prova – Além das disciplinas tradicionalmente cobradas no Enem, os candidatos deste ano enfrentarão uma novidade: a prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol, de acordo com a escolha do candidato). Como nos anos anteriores, as provas também serão aplicadas nos presídios, em datas diferentes. Na hora da inscrição, é cobrada a mesma taxa de inscrição das edições passadas: 35 reais. Os alunos de escolas públicas são isentos.
Além daqueles que concluíram ou estão concluindo o ensino médio, também poderão participar do exame adultos que estejam pleiteando certificação nesta etapa de ensino. Ou seja, pessoas que não cursaram ou não concluíram o ensino médio e atingirem a pontuação mínima exigida – 400 pontos em cada uma das quatro áreas de conhecimento e 500 pontos na redação –, receberão seu certificado de conclusão.
Universidades – Pouco depois da divulgação da data das provas do Enem 2010, a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) informaram que não utilizarão a nota do exame para compor o resultado de seus vestibulares neste ano. De acordo com as duas instituições, a incompatibilidade de calendários foi o fator determinante para a decisão. Elas, no entanto, não descartam a utilização do Enem nos próximos anos.
Já a Universidade de Brasília (UnB) decidiu usar pela primeira vez as notas do Enem em seus processos seletivos. A partir de 2011, as vagas que não forem preenchidas após todas as chamadas feitas pelo Programa de Avaliação Seriada (PAS) e pelo vestibular tradicional serão ocupadas por candidatos que apresentarem bons resultados no exame.
O Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) decidiram prorrogar até o próximo dia 16 de julho as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2010, que terminariam nesta sexta. Os alunos que desejam realizar a prova devem preencher o formulário disponível exclusivamente no site do Inep. As provas serão aplicadas nos dias 6 e 7 de novembro e o resultado será divulgado em janeiro de 2011.
Na hora da inscrição, o Inep solicita que o candidato forneça o número do CPF próprio – e não o de um responsável. Na terça-feira, porém, o juiz Bruno Otero Nery, da 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro, suspendeu a exigência feita pelo Inep ao entender que parte dos inscritos no Enem está na faixa etária entre 15 e 17 anos e não tem obrigação constitucional de ter um CPF.
Na quarta-feira, o Ministério da Educação (MEC) recorreu da sentença e uma decisão final deve ser anunciada ainda hoje. Como no ano passado o ministério também foi alvo de uma liminar com o mesmo teor - a qual foi cassada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª região - a recomendação é que os estudantes continuem fazendo suas inscrições com CPF próprio.
Prova – Além das disciplinas tradicionalmente cobradas no Enem, os candidatos deste ano enfrentarão uma novidade: a prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol, de acordo com a escolha do candidato). Como nos anos anteriores, as provas também serão aplicadas nos presídios, em datas diferentes. Na hora da inscrição, é cobrada a mesma taxa de inscrição das edições passadas: 35 reais. Os alunos de escolas públicas são isentos.
Além daqueles que concluíram ou estão concluindo o ensino médio, também poderão participar do exame adultos que estejam pleiteando certificação nesta etapa de ensino. Ou seja, pessoas que não cursaram ou não concluíram o ensino médio e atingirem a pontuação mínima exigida – 400 pontos em cada uma das quatro áreas de conhecimento e 500 pontos na redação –, receberão seu certificado de conclusão.
Universidades – Pouco depois da divulgação da data das provas do Enem 2010, a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) informaram que não utilizarão a nota do exame para compor o resultado de seus vestibulares neste ano. De acordo com as duas instituições, a incompatibilidade de calendários foi o fator determinante para a decisão. Elas, no entanto, não descartam a utilização do Enem nos próximos anos.
Já a Universidade de Brasília (UnB) decidiu usar pela primeira vez as notas do Enem em seus processos seletivos. A partir de 2011, as vagas que não forem preenchidas após todas as chamadas feitas pelo Programa de Avaliação Seriada (PAS) e pelo vestibular tradicional serão ocupadas por candidatos que apresentarem bons resultados no exame.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Escola com pior ideb de São Paulo, acredita em erro do MEC
do Universo Educação
A escola Helena Borsetti do distrito São Lourenço do Turvo, em Matão, teve o pior desempenho de todo o Estado de São Paulo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Apesar disso, diretoria, pais e alunos não concordam com o resultado e acreditam em um erro do Ministério da Educação.
Alunos e pais ficaram inconformados com o resultado de 2,2. Para eles, o péssimo resultado fere outros. Em 2005, os estudantes foram considerados na mesma prova os melhores do estado e do país.
No ano passado, quando fizeram a prova, os alunos estranharam o grau de facilidade da prova. As questões que eram para ser respondidas em duas horas foram finalizadas em 30 minutos. A diretora da escola, Milena Ferreira, diz que houve um erro na prova e no gabarito de repostas. “A prova era de 4ª série, mas os gabaritos e a folha de presença dos alunos era de 8ª”, disse.
Na época, a professora Rosalina do Nascimento era responsável por aplicar a prova e acompanhar os alunos. Ela diz que alertou sobre o problema. “Fizemos uma ata relatando tudo. Embrulhamos essa prova e escrevemos cancelada em cima”, explicou.
A diretora do Departamento de Educação, Claudionice Bellintani, disse que entrará em contato com o Ministério da Educação (Mec) para saber quais providências serão tomadas a respeito do caso.
O MEC informou que assim que os resultados forem publicados no Diário Oficial da União, o que deve acontecer nesta semana, as redes de ensino terão até 30 dias para pedir a correção dos dados.
A escola Helena Borsetti do distrito São Lourenço do Turvo, em Matão, teve o pior desempenho de todo o Estado de São Paulo no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Apesar disso, diretoria, pais e alunos não concordam com o resultado e acreditam em um erro do Ministério da Educação.
Alunos e pais ficaram inconformados com o resultado de 2,2. Para eles, o péssimo resultado fere outros. Em 2005, os estudantes foram considerados na mesma prova os melhores do estado e do país.
No ano passado, quando fizeram a prova, os alunos estranharam o grau de facilidade da prova. As questões que eram para ser respondidas em duas horas foram finalizadas em 30 minutos. A diretora da escola, Milena Ferreira, diz que houve um erro na prova e no gabarito de repostas. “A prova era de 4ª série, mas os gabaritos e a folha de presença dos alunos era de 8ª”, disse.
Na época, a professora Rosalina do Nascimento era responsável por aplicar a prova e acompanhar os alunos. Ela diz que alertou sobre o problema. “Fizemos uma ata relatando tudo. Embrulhamos essa prova e escrevemos cancelada em cima”, explicou.
A diretora do Departamento de Educação, Claudionice Bellintani, disse que entrará em contato com o Ministério da Educação (Mec) para saber quais providências serão tomadas a respeito do caso.
O MEC informou que assim que os resultados forem publicados no Diário Oficial da União, o que deve acontecer nesta semana, as redes de ensino terão até 30 dias para pedir a correção dos dados.
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Uniformidade de tratamento: O pronome "tu"
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Na linguagem do dia-a-dia, no Brasil, é comum a mistura de pronomes da 2ª pessoa com pronomes da 3ª pessoa, como "você" (que é pronome da 3ª pessoa) e "te" ou "teu" (que são pronomes da 2ª pessoa).
Exemplo:
Você se enfiou onde, meu Deus? Eu te procurei, mas não te achei.
O padrão formal da língua exige a uniformidade de tratamento: todos os pronomes devem ser da 2ª pessoa, ou todos os pronomes devem ser da 3ª pessoa. Assim, o correto seria:
Tu te enfiaste onde? Onde tu te enfiaste? Eu te procurei, mas não te encontrei.
Você se enfiou onde, meu Deus? Eu o procurei, mas não o encontrei.
Há uma canção cantada por Dick Farney, "Copacabana", que é um primor quanto à uniformidade de tratamento:
Existem praias tão lindas, cheias de luz
Nenhuma tem o encanto que tu possuis
Tuas areias, teu céu tão lindo
Tuas sereias sempre sorrindo, sempre sorrindo.
Copacabana, princesinha do mar
Pelas manhãs tu és a vida a cantar
E à tardinha o sol poente
Deixa sempre uma saudade na gente.
Copacabana, o mar, eterno cantor
Ao te beijar ficou perdido de amor.
E hoje vivo a murmurar.
Só a ti, Copacabana, eu hei de amar.
Todo o texto foi escrito na 2ª pessoa do singular. "Tu", pronome da 2ª pessoa, os possesivos e os oblíquos todos na 2ª pessoa e também os verbos conjugados adequadamente:
Tuas areias, teu céu tão lindo...
Só a ti, Copacabana...
Tu és a vida a cantar
Tu possuis...
A uniformidade de tratamento é necessária na linguagem formal. Na linguagem coloquial, procede-se de maneira diferente.
Na linguagem do dia-a-dia, no Brasil, é comum a mistura de pronomes da 2ª pessoa com pronomes da 3ª pessoa, como "você" (que é pronome da 3ª pessoa) e "te" ou "teu" (que são pronomes da 2ª pessoa).
Exemplo:
Você se enfiou onde, meu Deus? Eu te procurei, mas não te achei.
O padrão formal da língua exige a uniformidade de tratamento: todos os pronomes devem ser da 2ª pessoa, ou todos os pronomes devem ser da 3ª pessoa. Assim, o correto seria:
Tu te enfiaste onde? Onde tu te enfiaste? Eu te procurei, mas não te encontrei.
Você se enfiou onde, meu Deus? Eu o procurei, mas não o encontrei.
Há uma canção cantada por Dick Farney, "Copacabana", que é um primor quanto à uniformidade de tratamento:
Existem praias tão lindas, cheias de luz
Nenhuma tem o encanto que tu possuis
Tuas areias, teu céu tão lindo
Tuas sereias sempre sorrindo, sempre sorrindo.
Copacabana, princesinha do mar
Pelas manhãs tu és a vida a cantar
E à tardinha o sol poente
Deixa sempre uma saudade na gente.
Copacabana, o mar, eterno cantor
Ao te beijar ficou perdido de amor.
E hoje vivo a murmurar.
Só a ti, Copacabana, eu hei de amar.
Todo o texto foi escrito na 2ª pessoa do singular. "Tu", pronome da 2ª pessoa, os possesivos e os oblíquos todos na 2ª pessoa e também os verbos conjugados adequadamente:
Tuas areias, teu céu tão lindo...
Só a ti, Copacabana...
Tu és a vida a cantar
Tu possuis...
A uniformidade de tratamento é necessária na linguagem formal. Na linguagem coloquial, procede-se de maneira diferente.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Nos jogos da copa, Escolas vão dispensar o uso de uniforme
do Universo Educação
Escolas particulares vão permitir que os alunos vistam camiseta verde e amarela e acessórios em comemoração à Copa do Mundo, em vez dos uniformes, para torcer pelo Brasil. Na maioria dos colégios privados, o uso do uniforme é obrigatório.
Nos colégios Dante Alighieri e Franciscano Pio XII, em São Paulo, a dispensa da obrigatoriedade vai ocorrer somente no momento dos jogos. Nas unidades, haverá telões para que funcionários e estudantes assistam às partidas.
O diretor-geral pedagógico do Colégio Dante Alighieri, Lauro Spaggiari, disse que é interessante que os alunos vivam o momento da Copa. “Em eventos anteriores permitimos o uso de camisetas da seleção durante os jogos. Foi muito interessante exibir os jogos no colégio. A repercussão é boa e as famílias gostam.”
Já nas escolas de todo o país conveniadas com o Colégio Dom Bosco, o uso do traje em homenagem à Copa está liberado durante todo o mundial. A instituição desenvolveu uma camiseta verde e amarela exclusiva para que os alunos usem neste período. Para a diretora, Lucélia Secco, é importante reforçar a relação dos brasileiros com os esportes, por meio das cores na qual o Brasil é reconhecido no mundo todo.
No Colégio Bandeirantes, em São Paulo, o uniforme é exigido somente nas aulas de educação física. Nas demais atividades, os estudantes podem usam outras roupas, inclusive, camisetas de times de futebol, segundo o coordenador do vestibular, Osmar Antonio Ferraz.
O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Particulares no Estado de São Paulo, José Augusto de Mattos Lourenço, disse que as escolas têm liberdade para flexibilizarem ou não o uso dos uniformes. “O ideal é haver uma conversa com a direção da escola para evitar conflitos. Mas, nestes períodos, o nacionalismo impera e é importante que os colégios aproveitem o momento para incentivar os alunos.”
Redes municipal e estadual
Nas redes de ensino municipal e estadual do estado de São Paulo, o uso de uniformes não é obrigatório. As assessorias de imprensa das duas secretarias afirmaram que nenhum estudante será barrado na porta da escola, caso apareça com roupa verde e amarela na hora da aula.
Escolas particulares vão permitir que os alunos vistam camiseta verde e amarela e acessórios em comemoração à Copa do Mundo, em vez dos uniformes, para torcer pelo Brasil. Na maioria dos colégios privados, o uso do uniforme é obrigatório.
Nos colégios Dante Alighieri e Franciscano Pio XII, em São Paulo, a dispensa da obrigatoriedade vai ocorrer somente no momento dos jogos. Nas unidades, haverá telões para que funcionários e estudantes assistam às partidas.
O diretor-geral pedagógico do Colégio Dante Alighieri, Lauro Spaggiari, disse que é interessante que os alunos vivam o momento da Copa. “Em eventos anteriores permitimos o uso de camisetas da seleção durante os jogos. Foi muito interessante exibir os jogos no colégio. A repercussão é boa e as famílias gostam.”
Já nas escolas de todo o país conveniadas com o Colégio Dom Bosco, o uso do traje em homenagem à Copa está liberado durante todo o mundial. A instituição desenvolveu uma camiseta verde e amarela exclusiva para que os alunos usem neste período. Para a diretora, Lucélia Secco, é importante reforçar a relação dos brasileiros com os esportes, por meio das cores na qual o Brasil é reconhecido no mundo todo.
No Colégio Bandeirantes, em São Paulo, o uniforme é exigido somente nas aulas de educação física. Nas demais atividades, os estudantes podem usam outras roupas, inclusive, camisetas de times de futebol, segundo o coordenador do vestibular, Osmar Antonio Ferraz.
O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Particulares no Estado de São Paulo, José Augusto de Mattos Lourenço, disse que as escolas têm liberdade para flexibilizarem ou não o uso dos uniformes. “O ideal é haver uma conversa com a direção da escola para evitar conflitos. Mas, nestes períodos, o nacionalismo impera e é importante que os colégios aproveitem o momento para incentivar os alunos.”
Redes municipal e estadual
Nas redes de ensino municipal e estadual do estado de São Paulo, o uso de uniformes não é obrigatório. As assessorias de imprensa das duas secretarias afirmaram que nenhum estudante será barrado na porta da escola, caso apareça com roupa verde e amarela na hora da aula.
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Ultimas da Educação
Pronomes: Uso culto e uso popular "Eu vi ela"
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
Dois amigos conversam:
Amigo 1: "Faz tempo que não vejo ela".
Amigo 2: "Pois eu vi ela ontem à noite".
Há quem brinque com esse tipo de construção da frase: "Eu vi ela, tu rua, ele avenida"...
No português falado do Brasil, na língua do dia-a-dia, o pronome reto (eu, tu, ele, nós, vós, eles) assumiu definitivamente o papel de complemento verbal. Nós dizemos, no dia-a-dia, "faz tempo que não vejo ele", "eu vou encontrar ela amanhã" e por aí vai. Isso não está no padrão formal da língua portuguesa. O correto seria:
Faz tempo que eu não o vejo.
Eu devo encontrá-la amanhã.
No padrão formal, frases como "Faz tempo que não vejo ele" não são aceitas de jeito nenhum, mas são tão usadas que acabam se tornando uma tendência em outros ambientes lingüísticos.
Vamos a um exemplo, a canção "O astronauta de mármore", gravada pelo grupo Nenhum de Nós:
... Sempre estar lá e ver ele voltar
não era mais o mesmo, mas estava em seu lugar
sempre estar lá e ver ele voltar
o tolo teme a noite como a noite vai temer o fogo
vou chorar sem medo
vou lembrar do tempo
de onde eu via o mundo azul...
Você notou o uso, por duas vezes, da expressão "ver ele voltar". O correto, pelo padrão culto, seria "vê-lo voltar". Essa discussão nunca vai ter fim. Na fala do dia-a-dia, no Brasil, esse uso errado já está sacramentado. Mesmo assim, coloque o pronome corretamente ao redigir um texto formal.
Dois amigos conversam:
Amigo 1: "Faz tempo que não vejo ela".
Amigo 2: "Pois eu vi ela ontem à noite".
Há quem brinque com esse tipo de construção da frase: "Eu vi ela, tu rua, ele avenida"...
No português falado do Brasil, na língua do dia-a-dia, o pronome reto (eu, tu, ele, nós, vós, eles) assumiu definitivamente o papel de complemento verbal. Nós dizemos, no dia-a-dia, "faz tempo que não vejo ele", "eu vou encontrar ela amanhã" e por aí vai. Isso não está no padrão formal da língua portuguesa. O correto seria:
Faz tempo que eu não o vejo.
Eu devo encontrá-la amanhã.
No padrão formal, frases como "Faz tempo que não vejo ele" não são aceitas de jeito nenhum, mas são tão usadas que acabam se tornando uma tendência em outros ambientes lingüísticos.
Vamos a um exemplo, a canção "O astronauta de mármore", gravada pelo grupo Nenhum de Nós:
... Sempre estar lá e ver ele voltar
não era mais o mesmo, mas estava em seu lugar
sempre estar lá e ver ele voltar
o tolo teme a noite como a noite vai temer o fogo
vou chorar sem medo
vou lembrar do tempo
de onde eu via o mundo azul...
Você notou o uso, por duas vezes, da expressão "ver ele voltar". O correto, pelo padrão culto, seria "vê-lo voltar". Essa discussão nunca vai ter fim. Na fala do dia-a-dia, no Brasil, esse uso errado já está sacramentado. Mesmo assim, coloque o pronome corretamente ao redigir um texto formal.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
PUC-Rio abre inscrições para Vestibular de Inverno
do Universo Educação
As inscrições para o Vestibular de Inverno 2010 da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) foram abertas e seguem até 18 de junho. Os candidatos devem se inscrever pelo site www.puc-rio.br. A taxa, de R$ 120, poderá ser paga em qualquer banco.
Neste vestibular, são oferecidas 267 vagas, distribuídas nos cursos diurnos de Artes Cênicas, Ciência da Computação, Ciências Sociais, Design – Mídia Digital, Design – Moda, Filosofia, Geografia e Meio Ambiente, História, Letras, Pedagogia, Sistemas de Informação e Teologia e Administração (vespertino).
Os candidatos aos cursos de Ciência da Computação e de Sistemas de Informação se inscrevem para o Núcleo Básico de Computação. A opção por um desses dois cursos deverá ser feita a partir do segundo semestre cursado.
As provas serão realizadas no dia 4 de julho. Os candidatos ao curso de Teologia farão também uma prova específica no dia 3 de julho.
As inscrições para o Vestibular de Inverno 2010 da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) foram abertas e seguem até 18 de junho. Os candidatos devem se inscrever pelo site www.puc-rio.br. A taxa, de R$ 120, poderá ser paga em qualquer banco.
Neste vestibular, são oferecidas 267 vagas, distribuídas nos cursos diurnos de Artes Cênicas, Ciência da Computação, Ciências Sociais, Design – Mídia Digital, Design – Moda, Filosofia, Geografia e Meio Ambiente, História, Letras, Pedagogia, Sistemas de Informação e Teologia e Administração (vespertino).
Os candidatos aos cursos de Ciência da Computação e de Sistemas de Informação se inscrevem para o Núcleo Básico de Computação. A opção por um desses dois cursos deverá ser feita a partir do segundo semestre cursado.
As provas serão realizadas no dia 4 de julho. Os candidatos ao curso de Teologia farão também uma prova específica no dia 3 de julho.
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Vestibular
Pronomes de tratamento: Vossa Excelência
PROF. PASQUALE CIRPO NETO
O tema deste módulo são os pronomes de tratamento, usados normalmente em situações de cerimônia: Vossa Excelência, Vossa Senhoria, Vossa Alteza etc.
Quando o presidente fala em cadeia nacional, o locutor diz "Vamos ouvir a palavra do Excelentíssimo Senhor Presidente da República...".
O presidente é Excelência. Usa-se esse pronome de tratamento para todas as autoridades constituídas, do vereador ao presidente.
É oportuno aqui tocar numa dúvida comum em relação aos pronomes de tratamento: quando usar "Vossa" e "Sua"? Ao falarmos diretamente com a pessoa, devemos usar "Vossa"; quando estivermos falando da pessoa, usaremos "Sua".
Aproveitando o exemplo acima: o locutor da Agência Nacional anunciaria aos brasileiros "Sua Excelência, o Presidente da República ...". No caso, o locutor estaria falando do Presidente.Se estivesse falando com o presidente, o correto seria " Vossa Excelência...".
Outra confusão corrente é quanto ao uso do possessivo. Qual das duas formas a seguir seria correta:
Vossa Senhoria deve expor seu projeto
ou
Vossa Senhoria deve expor vosso projeto?
A Nossa editoria fez essa pergunta às pessoas na rua. A maioria respondeu "... expor vosso projeto". A maioria, portanto, errou.Vossa Senhoria é pronome de tratamento e pertence sempre à 3ª pessoa. "Vosso" seria correto se estivesse combinado a "vós".
Ex: Vós deveis apresentar vosso projeto.
Há uma dica para facilitar a compreensão. Pense na palavra "você", que também é pronome de tratamento da 3ª pessoa.Como você diria:
Você deve expor seu pensamento
ou
Você deve expor vosso pensamento?
A alternativa correta é a primeira.
Se "Vossa Senhoria" ou "Vossa Excelência" são de 3ª pessoa, usamos "seu" projeto ou "seu" pensamento.
Caso você encontrasse o Presidente da República, perguntaria a ele: "Vossa Excelência recebeu a carta que lhe enviei" ou "Vossa Excelência recebeu a carta que vos enviei"?
O correto seria "a carta que lhe enviei". Eu enviei ao Senhor, a Vossa Excelência, a você e, portanto, "lhe enviei".
Os pronomes de tratamento sempre estão relacionados à 3ª pessoa.
O tema deste módulo são os pronomes de tratamento, usados normalmente em situações de cerimônia: Vossa Excelência, Vossa Senhoria, Vossa Alteza etc.
Quando o presidente fala em cadeia nacional, o locutor diz "Vamos ouvir a palavra do Excelentíssimo Senhor Presidente da República...".
O presidente é Excelência. Usa-se esse pronome de tratamento para todas as autoridades constituídas, do vereador ao presidente.
É oportuno aqui tocar numa dúvida comum em relação aos pronomes de tratamento: quando usar "Vossa" e "Sua"? Ao falarmos diretamente com a pessoa, devemos usar "Vossa"; quando estivermos falando da pessoa, usaremos "Sua".
Aproveitando o exemplo acima: o locutor da Agência Nacional anunciaria aos brasileiros "Sua Excelência, o Presidente da República ...". No caso, o locutor estaria falando do Presidente.Se estivesse falando com o presidente, o correto seria " Vossa Excelência...".
Outra confusão corrente é quanto ao uso do possessivo. Qual das duas formas a seguir seria correta:
Vossa Senhoria deve expor seu projeto
ou
Vossa Senhoria deve expor vosso projeto?
A Nossa editoria fez essa pergunta às pessoas na rua. A maioria respondeu "... expor vosso projeto". A maioria, portanto, errou.Vossa Senhoria é pronome de tratamento e pertence sempre à 3ª pessoa. "Vosso" seria correto se estivesse combinado a "vós".
Ex: Vós deveis apresentar vosso projeto.
Há uma dica para facilitar a compreensão. Pense na palavra "você", que também é pronome de tratamento da 3ª pessoa.Como você diria:
Você deve expor seu pensamento
ou
Você deve expor vosso pensamento?
A alternativa correta é a primeira.
Se "Vossa Senhoria" ou "Vossa Excelência" são de 3ª pessoa, usamos "seu" projeto ou "seu" pensamento.
Caso você encontrasse o Presidente da República, perguntaria a ele: "Vossa Excelência recebeu a carta que lhe enviei" ou "Vossa Excelência recebeu a carta que vos enviei"?
O correto seria "a carta que lhe enviei". Eu enviei ao Senhor, a Vossa Excelência, a você e, portanto, "lhe enviei".
Os pronomes de tratamento sempre estão relacionados à 3ª pessoa.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
Lei obriga toda escola a ter uma Biblioteca
do Universo Educação
Um lei publicada na edição "Diário Oficial da União" obriga todas instituições públicas e privadas de ensino do país a terem uma biblioteca, cabendo às escolas adaptar o acervo conforme as necessidades e promover a divulgação, preservação e o funcionamento dos espaços.
A Lei 1.244/2010 determina ainda que toda escola tenha um acervo de pelo menos um livro por aluno matriculado.
As escolas terão até dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura.
Um lei publicada na edição "Diário Oficial da União" obriga todas instituições públicas e privadas de ensino do país a terem uma biblioteca, cabendo às escolas adaptar o acervo conforme as necessidades e promover a divulgação, preservação e o funcionamento dos espaços.
A Lei 1.244/2010 determina ainda que toda escola tenha um acervo de pelo menos um livro por aluno matriculado.
As escolas terão até dez anos para instalar os espaços destinados aos livros, material videográfico, documentos para consulta, pesquisa e leitura.
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